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Com o aumento das taxas de obesidade infantil, a maior organização de manutenção da saúde nos Estados Unidos lançou um videogame online para ensinar às crianças sobre o que comer, o qual desliga 20 minutos depois.
A empresa Kaiser Permanente disse que o jogo "The Incredible Adventures of the Amazing Food Detective" foi projetado para mostrar a crianças de 9 a 10 anos sobre alimentação saudável e exercícios.
Mas em vez de manter as crianças diante do computador por horas, o jogo busca fazê-las se mexer. Ele tem uma função que interrompe as partidas 20 minutos depois - e outra que não os permite voltar dentro de 60 minutos.
"As crianças nos Estados Unidos passam muito tempo na frente da TV e a mensagem que elas recebem sobre alimentação, atividade e modelos são todas erradas", afirmou Ray Baxter, vice-presidente sênior da Kaiser Permanente.
"Dar sermão e dizer às crianças para comer mais vegetais não vai funcionar. Você tem de mudar o ambiente e mudar a mensagem."
O jogo inclui caçadas que ensinam às crianças a discernir os rótulos dos alimentos, experimentos que mostram a elas como medir o açúcar nas bebidas, receitas saudáveis, exercícios para fortalecimento e atividades familiares para promover uma alimentação mais saudável.
Quase 20 por cento das crianças dos EUA são obesas, o que gera temores sobre uma expectativa de vida menor e de aumento do custo dos cuidados com diabetes e outras doenças relacionadas à obesidade.
O jogo da Kaiser está disponível gratuitamente em inglês e espanhol nos sites www.kp.org/amazingfooddetective e www.cdc.gov.
fonte: INFO

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11:52:36A Caloi estréia neste mês seu novo site criado pela FabraQuinteiro e produzido pela Player. O objetivo é auxiliar todo o tipo de internauta interessado em bicicletas, desde o consumidor que procura o melhor modelo para comprar até o esportista de aventura que pretende descobrir novas trilhas.
O portal está alinhado com a nova assinatura da empresa "Caloi. Movimentando a Vida". A home mostra o globo terrestre em movimento e imagens que remetem a momentos de esporte, trabalho e lazer. Uma das principais novidades do ambiente é a venda de bicicletas
A FabraQuinteiro preparou diversas ações de mídia online para divulgar a página. O Guia da Semana terá uma página personalizada da empresa que será veiculada todas as sextas-feiras. Já o MapLink apresentará o logo da Caloi e mostrará ao internauta o percurso pesquisado de bicicleta. Os grandes portais e buscadores também receberão peças diferenciadas.

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17:16:25istoÉ dinheiro
Nas grandes metrópoles mundiais, as grifes de luxo costumam se concentrar em endereços próximos, formando verdadeiros shoppings da sofisticação a céu aberto. É assim em Paris, Nova York, São Paulo... A experiência de comprar nesses locais é um verdadeiro mergulho no universo dos milionários. Difícil, no entanto, é reproduzir essa sensação no comércio eletrônico. No Brasil, onde as lojas virtuais já faturam cerca de R$ 6,4 bilhões ao ano (com crescimento de 45% previsto para 2007), ainda não há nenhum site voltado para a comercialização de artigos de luxo. Pelo menos até outubro, data prevista para a chegada do Glamour, cujo objetivo é reproduzir na internet o sucesso que as grifes têm encontrado no comércio tradicional. No comando da loja estarão os empresários Lincoln Franco, Marcelo Franco e Carlos André Montenegro, já com uma experiência no currículo: eles são os donos do Sacks, especializado na venda online de perfumes. Para a nova empreitada, eles investiram R$ 5 milhões e, de início, devem levar para a sua “Daslu virtual” marcas como Dior, Versace, Constança Basto, entre outras dentro dos segmentos de moda, acessórios, etc. “Com o Glamour o consumidor poderá comprar produtos de qualidade com rapidez e segurança”, explica Lincoln.
R$ 6,4 Bilhões é o faturamento do mercado virtual no Brasil
Como convém no mercado de luxo, o Glamour também terá o seu toque de exclusividade. Durante as duas primeiras semanas, o acesso às compras será restrito a uma lista VIP de 500 clientes de uma operadora de cartão de crédito, ainda não divulgada. Antes, porém, de convencer os consumidores a trocar a badalação das butiques pela praticidade de comprar em casa, os empresários estão cuidando dos bastidores da operação. A primeira parceria fechada foi com os Correios. “Após a compra, o consumidor irá receber seu produto num prazo de 48 horas em todo o Brasil”, promete Lincoln. Além da logística, a segurança também é uma preocupação no projeto. “Nós implantamos programas contra fraude na internet”, relata Montenegro.
Outro trabalho prioritário foi conseguir a adesão das marcas para o projeto. A consultoria MCF Fashion, especializada no segmento de luxo, foi recrutada justamente para despertar o interesse das grifes. “A maioria das marcas aceitou participar do projeto com naturalidade”, afirma Carlos Ferreirinha, diretor da empresa. O cartão de visitas do Glamour é o modelo da Sacks, que deu certo na perfumaria. Fundado no ano 2000, o portal atualmente está entre os dez endereços de comércio eletrônico mais acessados do Brasil, com uma média de 30 mil pedidos por mês e um crescimento de 72% ao ano. “O Glamour terá o mesmo formato do Sacks”, declara Montenegro. O pioneirismo também funciona para atrair fornecedores. “Trata-se de uma loja que fica aberta 24 horas por dia”, analisa Gastão Mattos, consultor da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico. “É uma oportunidade para divulgarmos nossa linha premium”, comemora Marcelo Tabacchi, diretor de marketing e vendas da Faber-Castell para o Brasil. A marca, com sua coleção premium, Graf von Faber-Castell, terá à venda no Glamour produtos de qualidade, como a caneta de Grenadilla (madeira) banhada em platina. No site, a peça irá custar em torno de R$ 1,72 mil. Apenas umas das opções que o consumidor terá para desfrutar do luxo na internet

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10:21:45Bloomberg - EUA
SÃO FRANCISCO. A redução de US$ 200 nos preços do iPhone, anunciada quarta-feira passada pela Apple, pode fracassar em seu objetivo de atrair novos usuários críticos da rede da operadora AT&T, afirmou ontem um analista do setor. O celular, que oferece acesso à internet, música e vídeo, baixou de US$ 599 para US$ 399, no caso do modelo de 8GB. O de 4GB sairá de linha. A medida ainda gerou um pedido de desculpas do diretor-executivo da Apple, Steve Jobs, a todos os que pagaram o preço original pelo iPhone desde que ele foi lançado, em 29 de junho. Em carta aberta no site da empresa, Jobs prometeu a esses consumidores um crédito de US$ 100 nas lojas Apple.
"Nossos primeiros clientes confiaram em nós, e precisamos fazer jus a essa confiança", afirmou Jobs. "Pedimos desculpas por ter desapontado alguns de vocês".
Para Trip Chowdhry, analista da Global Equities Research, o relacionamento entre Apple e AT&T — a única operadora autorizada a trabalhar com o iPhone — precisa ser reformulado. Ele afirmou em nota que o celular da Apple "está sofrendo de erros táticos e estratégicos significativos". Chowdhry acha que o acordo de exclusividade com a AT&T é uma das falhas do plano da Apple. Pesquisa divulgada ontem mostra que, em qualidade de serviço, a AT&T perde para suas rivais nos Estados Unidos. O analista considera o preço de US$ 399 ainda muito alto. Ele disse que pesquisas apontaram como preço ideal, se não for dada a opção de escolha da operadora, US$ 149. Chowdhry estima que o crédito de US$ 100 anunciado pela Apple — cujos detalhes serão divulgados semana que vem—vá reduzir seu faturamento em US$ 60 milhões.

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09:21:03O volume de negócios realizado no comércio eletrônico na primeira metade do ano somou R$ 2,6 bilhões, cifra quase 50% superior àquela verificada no mesmo período do ano passado, sem contar vendas com .passagens aéreas, automóveis e leilão virtual. De acordo com a pesquisa Hábitos e tendências do consumo online, divulgada na semana passada pela empresa e-bit em parceria com a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Camara-e.net), o incremento das transações comerciais na internet verificado no primeiro semestre do ano pode ser atribuído, em grande parte, à maior adesão de novos consumidores ao sistema. Do final de 2006 para junho deste ano, o número de pessoas que já efetivou pelo menos uma compra na internet subiu de 7 milhões para 8 milhões. O levantamento ainda mostra que 19% dos consumidores fizeram a sua primeira compra na internet neste semestre.
O presidente da camara-e.net, Manuel Matos, ressalta que o ritmo de crescimento do varejo virtual está bem acima dos índices observados em qualquer outro segmento da economia nacional. "Vários fatores nos levam a crer que esta seja uma tendência duradoura". Também contribuiu para a expansão do comércio virtual o aumento da frequência de compras por internautas e a escolha de produtos com maior valor agregado. Tanto que a média dos gastos subiu perto de 3% nos primeiros seis meses do ano, para R$
296. Em maio, mês das mães, foi o que apresentou o maior fatura-mento, com uma participação de 19% na receita total registrada no período. Foi 1,6 milhão de pedidos realizados naquele mês. Os produtos mais vendidos pelo comércio eletrônico foram livros (17%); informática (13%) e eletrô-nicos (10%).
O setor também comemora o registro de um dos mais expressivos índices de satisfação dos consumidores. De janeiro a junho deste ano, o índice foi de 87,15%. "E, se cliente satisfeito é um indício de que as lojas virtuais têm correspondido às expectativas dos e-consumidores, esse fato pode ser comprovado quando vemos que 84% dos adeptos ao comércio eletrônico disseram que voltariam à mesma loja onde já efetuaram alguma compra", concluiu Pedro Guasti, diretor geral da e-bit.
Jornal Propaganda & Marketing 20/08/2007
REF: E-Commerce - Análise Setorial

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11:06:54